
LUVA CIRURGICA 8.0
Biossegurança e Cirurgia Odontológica
Essencial para a proteção do profissional e do paciente em procedimentos odontológicos que exigem ambiente estéril. Utilizada em aulas práticas de cirurgia, periodontia e implantodontia, bem como em atendimentos clínicos reais, garantindo a biossegurança e prevenindo contaminações cruzadas. Fundamental para o treinamento e a execução de técnicas cirúrgicas com a máxima assepsia.
Garantia: Conforme politica do fabricante e da loja.
- Estéril e de uso único, essencial para procedimentos cirúrgicos.
- Tamanho 8.0, proporcionando ajuste preciso e conforto para o profissional.
- Alta sensibilidade tátil, fundamental para a destreza e precisão durante o manuseio de instrumentos.
- Punho alongado, oferecendo proteção adicional e segurança contra respingos e contaminação.
Dicas de uso
- Certifique-se de escolher o tamanho correto da luva (8.0 neste caso) para garantir conforto, destreza e evitar fadiga durante procedimentos prolongados.
- Sempre verifique a integridade da embalagem estéril antes do uso e pratique a técnica de calçamento asséptico para manter a esterilidade.
- Descarte as luvas imediatamente após o uso em recipiente apropriado para resíduos infectantes, seguindo rigorosamente as normas de biossegurança.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre luva cirúrgica e luva de procedimento (exame)?
A luva cirúrgica é estéril, possui um ajuste mais anatômico e um punho mais longo, sendo indicada para procedimentos invasivos que exigem máxima assepsia. A luva de procedimento não é estéril e é usada para exames e procedimentos de menor risco de contaminação.
Como saber se o tamanho 8.0 é o ideal para mim?
O tamanho ideal da luva é aquele que proporciona um ajuste justo, mas confortável, sem apertar excessivamente ou ficar folgado, permitindo total sensibilidade tátil e destreza. Recomenda-se experimentar diferentes tamanhos para encontrar o mais adequado à sua mão.
As luvas cirúrgicas podem ser reutilizadas?
Não, luvas cirúrgicas são produtos de uso único e estéreis. A reutilização compromete a barreira de proteção, a esterilidade e aumenta significativamente o risco de infecções cruzadas para o paciente e o profissional.