
LUVA ESTERIL CIRURGICA 7,0
Cirurgia Odontológica e Biossegurança
Essencial para a prática de procedimentos cirúrgicos em Odontologia, tanto em ambiente acadêmico quanto clínico. Permite que o estudante e o profissional realizem intervenções que exigem um campo estéril, como exodontias complexas, cirurgias periodontais, implantodontia e endodontia cirúrgica, garantindo a proteção contra contaminação cruzada e a segurança do paciente e da equipe.
Garantia: Conforme politica do fabricante e da loja.
- Esterilizada para uso em procedimentos cirúrgicos que exigem máxima assepsia.
- Tamanho 7,0, proporcionando ajuste adequado para diversas anatomias de mãos.
- Oferece barreira eficaz contra microrganismos, protegendo paciente e profissional.
- Mantém alta sensibilidade tátil, fundamental para a precisão e destreza durante a cirurgia.
Dicas de uso
- Sempre verifique a integridade da embalagem antes de abrir para garantir a esterilidade do produto.
- Pratique a técnica de calçamento de luvas estéreis para assegurar a manutenção da assepsia durante o procedimento.
- Escolha o tamanho correto da luva para evitar fadiga manual e garantir a destreza necessária em procedimentos delicados.
Perguntas frequentes
Qual a principal diferença entre luva estéril e luva de procedimento?
A luva estéril é submetida a um processo rigoroso de esterilização para eliminar todos os microrganismos, sendo indicada para procedimentos cirúrgicos. A luva de procedimento (ou de exame) não é estéril e é utilizada para exames clínicos, manipulação de materiais não estéreis e procedimentos não invasivos.
Como devo descartar as luvas cirúrgicas após o uso?
As luvas cirúrgicas utilizadas devem ser descartadas como resíduo infectante (grupo A) em lixeiras com saco branco leitoso, conforme as normas da ANVISA e do plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (PGRSS) da instituição.
É possível reutilizar luvas estéreis após a lavagem ou reesterilização?
Não. Luvas estéreis são produtos de uso único e não devem ser reutilizadas, lavadas ou reesterilizadas. A reutilização compromete a barreira de proteção e a esterilidade, aumentando o risco de infecções e contaminação cruzada.